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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Eu bebo xim, ic ! , extou viveeeeendo ic! tem gente que não bebe e eixtá morrendo !


Um estudo recente publicado na revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research sugere que o consumo de bebidas álcoolicas tende a diminuir o risco de morrer. A parte mais impressionante disso tudo? A taxa de mortalidade entre os abstêmios é mais elevada do que a dos bebedores pesados, mesmo quando se exclui os ex-alcoolatras (neste caso, eles poderiam borrar os resultados, pois se declaram abstêmios, mas acumulam no organismo os efeitos de anos de consumo pesado de álcool e suas comorbidades).

Beber com moderação, o que é definido no estudo como de 1 a 3 drinks por dia (deve dar algo como de 2 a 6 latinhas de cerveja POR DIA ! – na minha opinião, isso é coisa de bebum profissional) , está associado a menores taxas de mortalidade.

A amostra pesquisada incluiu indivíduos entre 55 e 65 anos que tiveram qualquer tipo de atendimento ambulatorial nos últimos três anos. Os 1.824 participantes foram acompanhados por 20 anos. Pouco mais de 69% dos não-bebedores morreram durante os 20 anos, 60% dos bebedores pesados morreram e apenas 41% dos bebedores moderados morreram.

Estas estatísticas são notáveis. Apesar de beber pesado estar associado a maior risco de cirrose e vários tipos de câncer (particularmente o câncer de boca e esôfago), os bebedores pesados têm menos probabilidade de morrer do que uma pessoa que nunca bebeu.

Ora, a grande incógnita deste estudo é o porque se abster de álcool pode encurtar a sua vida? Poderíamos inicialmente pensar em um viéz de confundimento ou de seleção do estudo, do tipo eu não bebo, portanto não tenho amigos logo me deprimo mais fácil (afinal o álcool é uma droga social), ou em uma suposição mais cínica, a de que os bebedores passam muito tempo ancorados numa mesa de bar e só vão embora de madrugada quando o bar fecha e por isso se expõem menos à violência das grandes cidades. Ou simplesmente a seleção natural: Bebedores realmente pesados morrem antes dos 50 anos (de cirrose, atropelados, coma alcoólico, etc...) e por isso nem chegaram a participar do estudo.

Mas, mesmo após controlar quase todas as variáveis que se possa imaginar, como o status socioeconômico, nível de atividade física, número de amigos próximos, a qualidade do apoio social e assim por diante, os investigadores (uma equipe de seis membros liderada pelo psicólogo Charles Holahan da Universidade do Texas em Austin) constataram que ao longo de um período de 20 anos, a mortalidade foi realmente maior para aqueles que nunca tinham sido bebedores, seguida pelos bebedores pesados e o índice mais baixo entre os bebedores moderados. (VOU VIVER PRA SEMPRE ! ! ! \o/ \o/ \o/ \o/ )

Os autores deste estudo são cuidadosos ao observar que, mesmo que beber esteja associado com uma vida mais longa, isto pode ser perigoso: pode prejudicar gravemente a sua memória e pode levar à quedas, situações embaraçosas, como acordar com o pipoqueiro da praça te chutando ou com a lambida do vira-latas e outros acidentes quase letais (como por exemplo confundir sua esposa com a vizinha do 403 ou descobrir da pior maneira possível a origem do ditado popular: C# de bêbado não tem dono ). Há também o problema da dependência: se você se tornar dependentes de álcool, você pode passar um longo tempo tentando sair da garrafa.
Dito isto, o novo estudo fornece a evidência mais forte de que beber moderadamente não é só diversão, mas bom para você. Então faça como Jaguar, Charles Bukowsky e nosso presidente Lula, mas beba com moderação (1 a 3 drinks por dia), e se beber não dirija o país.

Um comentário:

pada disse...

E txenho dxitttoo. hehehehe.