É . . . acabou.
Hoje é meu último de dia de folga . . .
Amanhã começa pra valer. Acabou aquele negócio de acordar tarde, e dormir cedo. A partir de amanhã não terei mais noite de sono bem dormida, nem almoço sem correria; isto é, se houver o que almocar.
A patir de amanhã não tenho mais vida própria, pois a partir de amanhã minha vida pertence a mais popular de todas as festas.
Amanhã, eu simplesmente serei do carnaval.
. .. prometo que volto vivo . . .
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Miótomos, memorize dançando o novo Hit do carnaval: A Dança dos Miótomos
Saudações Fisionautas,
Há pouco mais de um ano atrás eu escrevi uma postagem sobre os dermátomos do corpo humano. Na época, a minha intenção era escrever logo em seguida uma postagem sobre os miótomos. Mas fui deixando pra depois e acabei nunca escrevendo (#^_^#).
Pois é galera, nunca é tarde demais para se arrepender e cá estou eu apresentando a continuação da postagem e com uma novidade: memorize os miótomos em ritmo de carnaval ! Isso mesmo! Vai ser o novo Hit do verão!
Aprendemos que os nervos espinhais são formados a partir das raízes nervosas posteriores (sensitivas) e anteriores (motoras). Um Bizu para nunca esquecer qual é qual, é lembrar que o motor do carro fica localizado na parte anterior; então a raiz anterior é a raiz motora ! ! ! !
Pois bem, um miótomo é justamente o conjunto de músculos que recebe inervação de um mesmo par de raízes motoras.
Cada raiz motora tem seu músculo indicador próprio, de modo que a lesão da raiz pode ser diagnosticada pela redução da força muscular, diminuição dos reflexos tendíneos (quando for possível avaliar) ou pelo exame de eletroneuromiografia.
A avaliação dos miótomos é feita por meio do exame de força muscular, o chato é que você precisa saber qual músculo corresponde a qual raiz. Para isso ajuda memorizar as tabelas abaixo.

AGORA VOCÊS VÃO VER QUE NADA É TÃO RUIM QUE NÃO POSSA PIORAR...
... E PIORAR E PIORAR!!!! ESSAS AQUI PELO MENOS TIVERAM O BOM SENSO DE ESCONDER O ROSTO HAHAHAHAHAHA!!!!!
Há pouco mais de um ano atrás eu escrevi uma postagem sobre os dermátomos do corpo humano. Na época, a minha intenção era escrever logo em seguida uma postagem sobre os miótomos. Mas fui deixando pra depois e acabei nunca escrevendo (#^_^#).
Pois é galera, nunca é tarde demais para se arrepender e cá estou eu apresentando a continuação da postagem e com uma novidade: memorize os miótomos em ritmo de carnaval ! Isso mesmo! Vai ser o novo Hit do verão!
A dança dos miótomos!
Mas antes que tal relembrar um pouco de Neuroanatomia:Aprendemos que os nervos espinhais são formados a partir das raízes nervosas posteriores (sensitivas) e anteriores (motoras). Um Bizu para nunca esquecer qual é qual, é lembrar que o motor do carro fica localizado na parte anterior; então a raiz anterior é a raiz motora ! ! ! !
Pois bem, um miótomo é justamente o conjunto de músculos que recebe inervação de um mesmo par de raízes motoras.
Cada raiz motora tem seu músculo indicador próprio, de modo que a lesão da raiz pode ser diagnosticada pela redução da força muscular, diminuição dos reflexos tendíneos (quando for possível avaliar) ou pelo exame de eletroneuromiografia.
A avaliação dos miótomos é feita por meio do exame de força muscular, o chato é que você precisa saber qual músculo corresponde a qual raiz. Para isso ajuda memorizar as tabelas abaixo.
Miótomos do Membro Superior
Miótomos do Membro Inferior

ou...
Aprender a dança dos Miótomos!!!!!!
Enquanto eu estava pesquisando para escrever esta postagem me deparei com uma série de vídeos no youtube com coreografias que servem pra memorizar os miótomos. Achei a idéia muito legal, o único problema é que as coreografias são meio chatas... sabe como é né, assistir gringo dançando é uma coisa meio vergonha alheia ( exceto a Beyoncé, é claro) !!! (#*.*#) !!! .
Assim, aproveitando o carnaval, resolvi além de divulgar os videos com a dança dos miótomos, também lançar o primeiro concurso cultural do Guia do Fisioterapeuta! Faça você mesma sua dança dos miótomos!
É isso mesmo galera, tenho certeza que o gingado brasileiro vai deixar esta dança dos miótomos legal. Escolham bem a trilha sonora, criem sua coreografia, postem no youtube e deixem o link nos comentários desta postagem para eu poder compartilhar com os outros leitores. Vocês estarão ajudando um monte de estudantes a memorizar os miótomos de um jeito divertido
Hasta la vista
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Ausculta Pulmonar. Você está ouvindo bem ?
Olá
Fisionautas,
Um
amigo me enviou o link para a página do “Programa Educacional em
Ausculta Torácica” da UNIFESP (clique AQUI para acessar). Um site muito legal e que vale ser
compartilhado. Nesta página é possível ouvir os sons cardíacos e
pulmonares normais e anormais, além de uma breve descrição do
significado de cada ruído.
Como
de costume, decidi fazer uma pesquisa sobre sons pulmonares para
enriquecer um pouco mais a postagem. Mas eis que logo de cara me
deparo com um fato surreal: Existem vários trabalhos nacionais e
estrangeiros chamando a atenção para a falta de padronização da
terminologia dos sons pulmonares ! ! !
Confesso
que esta notícia me deixou ao mesmo tempo perplexo e contente, pois
eu achava que tinha algum problema auditivo ou que fosse meio
retardado pois nunca consegui perceber a diferença que existe entre
estertores crepitantes, subcrepitantes e estertores finos. ( ^_^ )
Na imagem acima, um grupo de eminentes especialistas em reunião para decidir se o ruído adventício do paciente é um estertor crepitante, bolhosos ou subcrepitante
Pois
é galera, existe uma verdadeira Torre de Babel quando o assunto é sons pulmonares. A
preocupação com a falta de padronização é antiga. Encontrei um
artigo de 1998 com o curioso título. “ A
confusa nomenclatura da ausculta pulmonar brasileira.”
(J
Pneumol 24(3)
– mai-jun de 1998 - clique AQUI para download)
que
já abordava este problema.
A título de curiosidade: Neste trabalho foram listados 10 tipos diferentes de estertores: (estertores simples, crepitantes, subcrepitantes,finos, grossos, bolhosos, inspiratórios, de médias bolhas, de finas bolhas, e grossos inspiratórios), todos citados em publicações nacionais entre 1985 e 1997. A amostra é meio antiga, porém um trabalho mais recente chamado “Terminologia da ausculta pulmonar utilizada em publicações médicas brasileiras, no período de janeiro de 1980 a dezembro de 2003” (clique AQUI para download) revela que a confusão provavelmente se estende até hoje.
Essa variedade de descrições, sem critérios claros de definição e sem referência bibliográfica não só torna a descrição da ausculta pulmonar subjetiva, como também dificulta o ensino acadêmico. O que nos leva a perguntar em alto e bom som:
A título de curiosidade: Neste trabalho foram listados 10 tipos diferentes de estertores: (estertores simples, crepitantes, subcrepitantes,finos, grossos, bolhosos, inspiratórios, de médias bolhas, de finas bolhas, e grossos inspiratórios), todos citados em publicações nacionais entre 1985 e 1997. A amostra é meio antiga, porém um trabalho mais recente chamado “Terminologia da ausculta pulmonar utilizada em publicações médicas brasileiras, no período de janeiro de 1980 a dezembro de 2003” (clique AQUI para download) revela que a confusão provavelmente se estende até hoje.
Essa variedade de descrições, sem critérios claros de definição e sem referência bibliográfica não só torna a descrição da ausculta pulmonar subjetiva, como também dificulta o ensino acadêmico. O que nos leva a perguntar em alto e bom som:
E AÍ, TEM JEITO ? ! !
Talvez.
. .
Em
1985 foi realizado em Tóquio o International Symposium on Lung
Sounds. Neste simósio, foi proposta a divisão dos sons adventícios
em apenas dois grupos: ruídos contínuos (sibilos e roncos) e ruídos
descontínuos (estertores finos e grossos) Mikami
R, Murao M, Cugell DW, Chretien J, Cole P, Meier-Sydow J, et al.
International symposium on lung sounds. Synopsis of proceedings.
Chest. 1987;92(2):342-5.
(clique AQUI para download)
Agora
facilitou, né? Apenas 4 ruídos adventícios e para o meu alívio,
com apenas dois tipos de estertores! \o/ \o/ \o/ \o/. Apesar
de já se terem passado mais de vinte anos, a padronização mundial
ainda não colou. Mas essas coisas levam tepo mesmo...
Na
minha opinião, o mais importante desta postagem é saber que a identificação dos sons pulmonares é importantíssima mas existe
um carnaval de descrições sendo utilizadas sem nenhuma padronização, e que se você não consegue identificar todos os subtipos de sons pulmonares você é uma pessoa normal.
Valeu galera, imagino que esse tema possa gerar alguma polêmica. Aguardo comentários (educados, por favor)
Se você quiser ter acesso a mais sites com sons pulmonares, acesse:
http://www.concursoefisioterapia.com/2011/11/sons-pulmonares-ausculta-pulmonar.html
http://www.blackbookdopina.net/2009/02/sons-cardiacos-pulmonares-mp3.html
Tem também dois mini-cursos online em inglês bem legais.
http://www.easyauscultation.com/course-contents.aspx?CourseID=201
e
http://www.easyauscultation.com/cases.aspx?CourseCaseOrder=1&CourseID=202
Não falar inglês não é desculpa. As instruções estão por escrito - google translator nelas.
é isso aí galera
Hasta
La Vista
domingo, 22 de janeiro de 2012
Avaliação Motora Segundo a escala ASIA - Parte II : Membros Inferiores
Olá pessoas,
Como prometido, posto hoje a segunda parte do exme motor segundo a escala da ASIA.
Segmento
L2
Flexores de Quadril (músculo iliopsoas)
Flexores de Quadril (músculo iliopsoas)
Grau
3Posição do paciente: Quadril em rotação neutra e com 15 graus de flexão de quadril e joelho.
Posição do examinador: Apoiar as regiões distais da coxa e da perna. IMPORTANTE: Ao examinar pacientes com lesões agudas envolvendo a região tóraco-lombar não deixe acontecer flexão além de 90°devido ao estresse cifótico que ocorre sobre a coluna lombar.
Instruções para Paciente:"Levante o joelho em direção ao seu peito, tanto quanto possível, tentando não arrastar o pé na mesa.
Ação: O paciente tenta flexionar o quadril até 90 ° de flexão.
Graus
4 e 5
Posição
do paciente:
Quadril em 90 ° de flexão, com o joelho relaxado.Posição examinador: Apóie uma mão sobre a espinha ilíaca ântero-superior do lado oposto e coloque a outra mão logo acima do joelho. Aplique pressão em direção a extensão do quadril.
Instruções para o paciente: "Segure o joelho nessa posição. Não me deixe empurrá-lo para baixo.
Ação: O paciente tenta resistir à pressão do examinador e manter o quadril flexionado a 90 °.
Grau 2
Posição
do paciente:
Paciente com o quadril em rotação externa e 45 °de flexão. O
joelho é flexionado a 90°. (posição de gravidade eliminada)
Posição examinador: Apenas apoiando a perna.
Instruções para Paciente: "Tente trazer seu joelho para o lado", ou "Tente flexionar a coxa em direção ao lado do corpo.
Ação: Paciente tenta mover a perna ao longo da ADM completa de flexão de quadril.
Graus 0 e 1

Posição do paciente: Mesma utilizada no grau 3.
Posição examinador: Apoando a coxa para eliminar o atrito enquanto palpa os flexores do quadril distalmente à espinha ilíaca ântero-superior.
Instruções para Paciente: “Levante o seu joelho em direção ao seu peito, tanto quanto você puder.
Ação: O paciente tenta flexionar o quadril.
OBSERVAÇÃO:
Para Grau 1, o examinador palpa os flexores do quadril mais superficiais, ou seja: sartório e reto femoral em vez do iliopsoas. A inserção do iliopsoas é muito profunda para ser vista ou palpada.
Ao examinar um paciente com lesão traumática aguda abaixo de T8, deve-se evitar que o quadril seja fletido passiva ou ativamente além de 90 °. A Flexão além de 90 ° pode colocar estresse sobre a coluna lombar.
Substituição Muscular Mais Comum de L2
Qualquer músculo do tronco que pode elevar ou rodar a pelve levando o examinador a pensar que os músculos flexores do quadril estão ativos. Isto pode incluir o reto abdominal, os músculos adutores, oblíquos, ou o quadrado lombar. Com a palpação exata, instruções corretas ao paciente, e observação de qualquer movimento do tronco, esta substituição pode ser evitada.
Segmento L3
Extensores do joelho / Quadríceps
Grau 3Posição do paciente: Quadril em rotação neutra, com 15 ° de flexão de quadril e 30 °de flexão de joelho.
Posição do Examinador: Passe o braço sob o joelho a ser testado e apóie a mão sobre a coxa distal do paciente (como na figura). Isso faz com que o joelho a ser testado tenha uma flexão de aproximadamente 30 °.
Instruções para Paciente: "Estique seu joelho.
Ação: O paciente tenta movimentar o joelho ao longo de toda a ADM.
Graus 4 e 5Posição do paciente: A mesma utilizada no grau 3, exceto que agora o joelho estará em 15 ° de flexão.
Posição do Examinador: A mesma utilizada no teste grau 3. Segure a perna a ser testada próximo ao tornozelo.
Instruções para Paciente: "Mantenha esta posição. Não me deixe dobrar o joelho.
Ação:O examinador exerce força para baixo em direção a flexão do joelho, enquanto o paciente tenta manter o joelho em 15 graus de flexão.
Grau 2Posição do paciente: Quadril em rotação externa e 45 ° de flexão, e o joelho flexionado a 90 °.
Posição do examinador: Apoiando a coxa e a perna distal
Instruções para o Paciente: "Estique seu joelho.
Ação: Paciente completa a ADM.

Graus 0 e 1
Posição do paciente: Colocar o paciente com o quadril em rotação neutra, com o quadril e joelho em 15 ° de flexão.
Posição do examinador: Palpar o tendão patelar ou o ventre do músculo quadríceps
Instruções para o Paciente:"Estique seu joelho."
Nota:
Uma forma alternativa de instrução ao paciente é pedir que empurre a parte de trás do joelho para baixo em direção à maca.Ação:O paciente tenta estender o joelho.
Segmento L4
Dorsiflexores de tornozelo / Tibial Anterior.
Grau 3Posição do paciente: Quadril e joelho levemente flexionados. A mão pode ser colocada sob o joelho da perna testada para adicionar uma ligeira flexão. O tornozelo deve estar em flexão plantar.
Posição do examinador: Ao lado do paciente apoiando a perna.
Instruções para o Paciente:"Puxe os dedos dos pés para cima em direção a sua cabeça, dobrando o tornozelo.
Ação:O paciente tenta realizar a dorsiflexão do tornozelo através da ADM.
Graus 4 e 5
Posição do paciente: A mesma que o grau 3, exceto que o tornozelo inicia o teste em dorsiflexão completa.Posição do examinador: Na posição do teste grau 3, coloque a mão no dorso do pé e aplique pressão para baixo no sentido de forçar a plantiflexão.
Instruções para o Paciente: "Segure o tornozelo nesta posição. Não deixe que eu empurre para baixo.
Ação: O paciente tenta resistir e manter o tornozelo em dorsiflexão.

Grau 2
Posição do paciente: Quadril em rotação externa e 45 ° de abdução. Joelho flexionado, e o tornozelo em flexão plantar.
Posição do examinador: Apoiando a perna.
Instrução para o Paciente:"Levante os dedos para cima em direção à cabeça, puxando também o tornozelo.
Ação: O paciente completa a ADM de dorsiflexão do tornozelo.
Graus 0 e 1Posição do paciente: Quadril em rotação neutra, com extensão de joelho e tornozelo em ligeira plantiflexão.
Posição examinador: Palpar o ventre ou tendão do músculo tibial anterior.
Instruções para Paciente:"Traga seus dedos do pé para cima em direção a sua cabeça, deixando dobrar o tornozelo.
Ação: O paciente tenta dorsifletir o tornozelo.
Substituição Muscular mais Comum de L4A dorsiflexão do tornozelo pode ser simulada pelos extensores dos pés, o extensor longo do hálux particularmente. A estabilização correta e a observação junto com a instrução apropriada e palpação podem evitar essa substituição.
Segmento L5
Extensores do Hálux / Extensor longo do Hálux
Grau 3Posição do paciente: Quadril em rotação neutra, com o joelho totalmente estendido.
Posição do examinador: Ao lado do paciente. Apoiando o pé.
Instruções para o Paciente: "Levante o seu dedão para cima em direção ao seu joelho.
Ação: O paciente tenta mover o dedão do pé ao longo da ADM.
Graus 4 e 5Posição do paciente: O mesmo que o grau 3, exceto que o hálux está totalmente estendido.
Posição do examinador: Ao lado do paciente. Coloque o polegar sobre a falange distal do Hálux e aplique pressão para baixo.Instruções para o Paciente:"Mantenha o seu dedo para cima. Não me deixe empurrá-lo para baixo. Ação: O paciente tenta resistir ao examinador e manter o Hálux em extensão completa.
Grau 2Posição do paciente: Quadril em rotação externa, com 45 ° de abdução, e joelho flexionado. O dedo do pé e o tornozelo estão em posição neutra.Posição examinador: Apoiando a perna.
Instruções para o Paciente: "Levante o dedão para cima em direção ao joelho.
Ação: O paciente tenta estender o Hálux em toda a ADM.
Graus 0 e 1Posição do paciente: A mesma utilizada no teste para o grau 3.
Posição do examinador: Palpando o tendão do extensor longo do Hálux.
Instruções para o Paciente: "Levante o dedão do pé em direção ao seu joelho.
Ação: O paciente tenta estender o hálux.
Substituição Muscular Mais Comum de L5
Extensão do hálux pode ser facilitada pela flexão plantar. Este é um tipo de tenodese e pode ser evitada pela estabilização adequada para eliminar o movimento do tornozelo. Outra possível substituição para o L5 pode acontecer se o paciente flexionar ativamente o hálux e depois relaxar. O relaxamento passivo em uma posição neutra pode ser confundido com a extensão ativa.
Extensão do hálux pode ser facilitada pela flexão plantar. Este é um tipo de tenodese e pode ser evitada pela estabilização adequada para eliminar o movimento do tornozelo. Outra possível substituição para o L5 pode acontecer se o paciente flexionar ativamente o hálux e depois relaxar. O relaxamento passivo em uma posição neutra pode ser confundido com a extensão ativa.
Segmento S1 plantiflexores do tornozelo | gastrocnêmio, sóleo
Grau 3
Nota:A testagem para os graus 3-5 dos músculos inervados por S1 é diferente do que está padronizado. Esta adaptação é necessária para se examinar o paciente em supino.
Posição do paciente: Quadril em rotação neutra e 45 ° de flexão, com o joelho totalmente flexionado e o tornozelo em dorsiflexão completa.
Posição do Examinador: Coloque uma mão atrás do joelho para ajudar na estabilização da perna. A outra mão é posicionada sob a planta do pé, empurrando o pé em dorsiflexão. O calcanhar permanece em repouso sobre a maca.
Instruções ao Paciente: "Empurre seu pé para baixo, apertando a minha mão e levante o seu calcanhar da maca.
Ação:O paciente empurra para baixo a parte dianteira do pé contra a mão do examinador e levanta o calcanhar da maca, através da ADM de flexão plantar.
Graus 4 e 5
Posição do paciente: Quadril em rotação neutra, joelho em extensão completa e tornozelo em flexão plantar completa.
Posição do Examinador: Segure a perna com uma mão e com a outra aplique força na direção da dorsiflexão.
Instruções para o paciente: "Segure seu pé apontado para baixo. Não me deixe empurrá-lo para cima.
Ação:O paciente tenta resistir ao examinador, mantendo o tornozelo em flexão plantar completa.
Nota:A testagem para os graus 3-5 dos músculos inervados por S1 é diferente do que está padronizado. Esta adaptação é necessária para se examinar o paciente em supino.
Posição do paciente: Quadril em rotação neutra e 45 ° de flexão, com o joelho totalmente flexionado e o tornozelo em dorsiflexão completa.
Posição do Examinador: Coloque uma mão atrás do joelho para ajudar na estabilização da perna. A outra mão é posicionada sob a planta do pé, empurrando o pé em dorsiflexão. O calcanhar permanece em repouso sobre a maca.Instruções ao Paciente: "Empurre seu pé para baixo, apertando a minha mão e levante o seu calcanhar da maca.
Ação:O paciente empurra para baixo a parte dianteira do pé contra a mão do examinador e levanta o calcanhar da maca, através da ADM de flexão plantar.
Graus 4 e 5Posição do paciente: Quadril em rotação neutra, joelho em extensão completa e tornozelo em flexão plantar completa.
Posição do Examinador: Segure a perna com uma mão e com a outra aplique força na direção da dorsiflexão.
Instruções para o paciente: "Segure seu pé apontado para baixo. Não me deixe empurrá-lo para cima.
Ação:O paciente tenta resistir ao examinador, mantendo o tornozelo em flexão plantar completa.
Graus 0, 1, e 2
Posição do Paciente Manter o quadril em rotação externa e em 45 ° de flexão. O joelho também deve estar fletido.
Posição do Examinador: Palpar o ventre muscular do gastrocnêmio ou o tendão de Aquiles, ou observar o ventre muscular em busca de sinais de movimento.
Instruções para Paciente: "Aponte os dedos do pé para baixo como uma bailarina.
Ação: O paciente tenta mover o pé em toda a ADM de flexão plantar.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Avaliação Motora Segundo a escala ASIA - Parte I : Membros Superiores
Feliz Ano Novo!!!!!!
Na postagem anterior falei sobre a escala ASIA utilizada em pacientes com Lesão Medular. Hoje, irei abordar a avaliação do componente motor desta escala, descrevendo a testagem de força muscular do membro superior da maneira como é padronizada pela ASIA.
Ah! Antes que eu me esqueça: A avaliação dos músculos do membro inferior será o tema da próxima postagem.
Além dos 10 pares de músculos, também faz parte da avaliação motora a testagem do esfíncter anal externo. Esta informação é importantíssima pois ajuda a caracterizar a lesão em completa ou incompleta.
Só lembrando:
Grau 1 = Contração visível ou palpável, porém incapaz de movimentar o segmento ao longo da Amplitude de Movimento (ADM);
Grau 2 = Força suficiente para movimentar o segmento ao longo de toda a ADM, em um arco sem efeito da gravidade;
Grau 3 = Completa a ADM contra a gravidade
Grau 4 = Completa a ADM contra resistência moderada
Grau 5 = Completa a ADM contra resistência intensa
GRAU 3
GRAU 2
GRAUS 4 e 5

Posição do paciente:
O mesmo que o grau 3, exceto que os testes começam com o punho em extensão completa.
Posição do
Examinador:Segurando o antebraço
distal para estabilizar o pulso. Aplicar pressão para baixo em todos
os metacarpos em direção ao desvio ulnar. A força aplicada deve
ser inclinada em direção ao lado ulnar ao invés de diretamente
para baixo, uma vez que o extensor radial do carpo é quem está
sendo testado .
Instruções ao Paciente: "Mantenha o punho nesta posição. Não me deixe empurrá-lo para baixo.
"Ação: O paciente resiste à pressão do examinador e tenta manter o punho na posição totalmente estendida.
GRAUS 0, 1 e 2
Posição
do paciente:
A mesma do grau 3. O paciente também pode ser posicionado com o ombro em ligeira flexão, rotação interna e adução. Cotovelo flexionado a 90 ° e o antebraço em supinação completa com o punho em flexão.
Posição examinador:
Apoiar o antebraço e pedir ao paciente que estenda o punho. A palpação pode ser realizada sobre os tendões proximais ao punho. Observar o ventre muscular para o movimento.
Instruções para Paciente:
"Dobre o punho para trás.
"Ação: Grau 2: O paciente consegue a extenção do punho através de toda a ADM
Grau 1: O terapeuta consegue palpar ou visualizar contração muscular
GRAUS 4 e 5
Posição
do paciente:
A mesma que o grau 3, exceto que o cotovelo está em 45 ° de flexão.Posição do Examinador: Apoiando o braço e aplicando resistência sobre o punho na direção de flexão do cotovelo.Instruções para Paciente:"Mantenha esta posição. Não me deixe dobrar seu cotovelo. "Ação:O paciente resiste à pressão do examinador e tenta para manter a posição do cotovelo em 45 ° de flexão.

Posição do paciente: A mesma do teste Grau 2, com o cotovelo em 30 ° de flexão.Posição examinador: Apoiando o braço do paciente. A palpação deve ser feita na no ventre muscular e na inserção do tríceps no olécrano.Instruções para Paciente: "Estique seu braço."Ação: O paciente tenta estender completamente o cotovelo.
Posição do paciente:
Cotovelo totalmente estendido e com o antebraço totalmente
supinado.As articulações metacarpofalangeana proximal (MCFP) e
interfalangeana proximal (IP) são estabilizadas em extensão.Posição
do Examinador: Segure a mão do
paciente e estabilize o punho em posição neutra. Garantir que as
articulações IF e MCFP estejam em extensão ao mesmo tempo que se
isola o dedo médio para o teste.Instruções
para Paciente: "Dobre a ponta do
seu dedo médio."Ação:
O paciente flexiona a articulação interfalangeana distal ao longo
da ADM completa de movimento em flexão.
GRAUS 4 e 5
GRAUS
0, 1 e 2
Posição do paciente:Articulações MCFP e IF proximal estabilizadas em extensão.Posição do Examinador: Estabilizar o punho em posição neutra e articulações MCFP e IF proximal em extensão, e palpar os tendões dos flexores dos dedos longos ou observar o ventre muscular para movimento.Instruções para Paciente: "Dobre a ponta do seu dedo médio."Ação: Paciente tenta flexionar a articulação interfalangeana distal através da ADM de movimento.
Substituição Muscular Comum de C8Ao testar graus 1 a 3, o punho deve ser cuidadosamente estabilizado. Movimentos involuntários da falange distal podem ocorrer na presença de extensão do punho ativa. Este movimento de tenodese poderia ser interpretado como contração voluntária dos flexores dos dedos longos.
Embora o teste de graus 4 e 5, as falanges proximais devem ser bem estabilizadas. Isso irá evitar que a contração dos músculos intrinsecos mão ou do flexor superficial dos dedos seja interpretado como movimento de falange distal.
Apoiando a mão do paciente, tendo o cuidado de assegurar que as articulações MCF estão estabilizadas para evitar a hiperextensão.Instruções para Paciente:
"Mova o seu dedo mínimo para longe do seu dedo anelar ".Ação:
O paciente tenta mover o dedo mínimo através da ADM completa de movimento em abdução.
GRAUS 4 e 5
Posição do paciente:
A mesma do teste para Grau 3, com exceção que o teste já começa com o dedo mínimo em abdução.Posição do Examinador:Apoiando a mão do paciente, tendo o cuidado de assegurar que as articulações MCF estejam estabilizadas para evitar hiperextensão.
Instruções para Paciente:
Posição do paciente:
Cotovelo em extensão, antebraço pronado e articulação MCF estabilizada.Posição do Examinador:
Estabilizar o pulso e mão, pressionando levemente para baixo a parte dorsal da mão. Certifique-se que as articulações MCF estão estabilizadas para evitar hiperextensão. Palpar o músculo abdutor do dedo minimo e observar o ventre muscular.
Instruções para Paciente:
"Mova o seu dedo pra longe do seu dedo anelar ".Ação:
O paciente tenta abduzir o dedo mínimo através da ADM completa de movimento.
...
UFA!
acabou!
até a próxima
Hasta La Vista
Na postagem anterior falei sobre a escala ASIA utilizada em pacientes com Lesão Medular. Hoje, irei abordar a avaliação do componente motor desta escala, descrevendo a testagem de força muscular do membro superior da maneira como é padronizada pela ASIA.
Ah! Antes que eu me esqueça: A avaliação dos músculos do membro inferior será o tema da próxima postagem.
Avaliação
Motora da ASIA
A
avaliação motora da ASIA é padronizada e baseada na testagem de 10
pares de músculos, denominados músculos-chave (5
no membro superior e 5 no membro inferior, lembrando que devem ser
testados bilateralmente). Além dos 10 pares de músculos, também faz parte da avaliação motora a testagem do esfíncter anal externo. Esta informação é importantíssima pois ajuda a caracterizar a lesão em completa ou incompleta.
Só lembrando:
A escala utilizada
para graduar a força muscular é aquela
que
vai de 0 a 5;
e que todo mundo aprende na
faculdade:
Grau
0 = Ausência de contração muscular (visual ou à palpação);Grau 1 = Contração visível ou palpável, porém incapaz de movimentar o segmento ao longo da Amplitude de Movimento (ADM);
Grau 2 = Força suficiente para movimentar o segmento ao longo de toda a ADM, em um arco sem efeito da gravidade;
Grau 3 = Completa a ADM contra a gravidade
Grau 4 = Completa a ADM contra resistência moderada
Grau 5 = Completa a ADM contra resistência intensa
IMPORTANTE
:
Não
se deve usar +/- (mais / menos) na graduação da força muscular, e se por algum
motivo o músculo-chave não puder ser testado (Devido a dor,
imoblização, ferimento extenso, etc...) deve-se registrar como Não
Testado (NT).
…
Mas
porque são testados apenas 10 músculos?
O
componente de avaliação motora foi desenvolvido para garantir uma
testagem simplificada, ágil e ao mesmo tempo capaz de oferecer um
panorama do comprometimento motor após o TRM. Assim os tais 10
“músculos-chave” foram selecionados por serem inervados
por 2 raízes nervosas. Como será comentado um pouco mais
adiante, esta característica é importante para se definir o nível
motor.
A
ficha de avaliação motora da ASIA permite a geração de um escore.
O somatório dos valores obtidos com a
avaliação motora gera um escore de pontuação máxima igual a 100
(10 músculos do lado direito + 10 do lado esquerdo com pontuação
máxima de 5 => 10 X 2 X 5 = 100pts). Este registro é importante
pois permite avaliar o progresso do paciente ao longo do tempo e
ajuda no planejamento da estratégia terapêutica.
O Nível
Motor
O
nível
motor é
definido como o segmento medular mais inferior
que mantém força muscular igual a 3 ou superior, com todos os
grupos musculares acima sendo grau 5. No
caso de segmentos medulares em que a ASIA não possui músculos-alvo
a serem testados, (ex: níveis C2-C4, T2-L1, ou S2-S4/5),
convencionou-se assumir que o nível motor é o mesmo que o nível
sensorial.
Importante
notar que frequentemente o paciente apresenta assimetria no nível
motor. Isto é: O paciente possui um nível motor no lado direito
(ex: L-2) diferente do esquerdo (Ex: (L-4)
Testagem
Motora
O texto a seguir é a
tradução livre do roteiro de avaliação motora do membro superior
conforme preconizado pela ASIA, e disponível no endereço
“http://www.asia-spinalinjury.org/publications/Motor_Exam_Guide.pdf”. Note que a avaliação é realizada
com o paciente em supino e inicia-se sempre pela testagem do Grau 3
de força muscular. Caso o paciente complete o teste, avalia-se os
graus 4 e 5. Caso o paciente não tenha força grau 3, avalia-se os
graus 2,1 e 0.
Segmento
C5
Flexores de cotovelo (músculos bíceps braquial e braquial) .
Flexores de cotovelo (músculos bíceps braquial e braquial) .
GRAU 3
Braço repousando ao lado
do corpo, cotovelo totalmente extendido com o antebraço em supinação
completa.
Instruções ao
paciente:
“Dobre seu cotovelo e tente levar a mão ao nariz”
“Dobre seu cotovelo e tente levar a mão ao nariz”
Ação:
O paciente consegue mover o
antebraço por toda a ADM movimento de flexão do cotovelo
GRAUS
4 e 5
A
mesma acima, porém com o cotovelo fletido a 90 graus e
antebraço supinado
Posição
do examinador: Uma das mãos
estabiliza o ombro, enquanto a outra aplica
força em direção a extensão de cotovelo.
Instruções
ao paciente:
“Mantenha
seu braço nesta posição, não me deixe movê-lo.”
Ação:
O
paciente resiste ao examinador e mantém o cotovelo fletido a 90°.
GRAU 2
Posição
do paciente:Antebraço
posicionado acima do abdomen logo abaixo do umbigo, de modo a
permitir que o antebraço se mova confortavelmente sobre o abdomen.
Cotovelo em 30°
de flexão.
Posição
do examinador:
Apenas apoiando o braço
do paciente
Instruções
ao paciente: “Dobre seu cotovelo e tente levar sua mão ao
nariz.”
Ação:
O paciente consegue mover o
cotovelo ao longo de toda a ADM de flexão de cotovelo.
GRAUS
0 e 1
Posição
do paciente: A mesma do
teste para o Grau 2.
Posição
do examinador: Com uma mão
suporta o antebraço, e com a outra palpa o tendão do bíceps
braquial sobre a fossa cubital.
O ventre do bíceps também pode ser palpado em busca de
contração.
Instruções
ao paciente: “Dobre seu cotovelo e tente levar sua mão ao
nariz.”
Ação:
Grau
1- O terapeuta percebe esboço
de contração muscular, visivelmente ou por meio de palpação
Grau
0- Não há vestígio de
contração muscular
C6-
Extensores de punho
Extensor Radial Longo do Carpo, Extensor Radial Curto do Carpo
Extensor Radial Longo do Carpo, Extensor Radial Curto do Carpo
GRAU
3
Posição
do examinador:
Uma
mão apoia o antebraço de modo a permitir que o punho esteja em
flexão suficiente para o teste.
Instruções
ao Paciente:"Dobre o seu punho
pra cima, levantando os dedos em direção ao teto."Ação:O
paciente estende o punho através da ADM completa de movimento.
GRAUS 4 e 5

Posição do paciente:
O mesmo que o grau 3, exceto que os testes começam com o punho em extensão completa.
Instruções ao Paciente: "Mantenha o punho nesta posição. Não me deixe empurrá-lo para baixo.
"Ação: O paciente resiste à pressão do examinador e tenta manter o punho na posição totalmente estendida.
GRAUS 0, 1 e 2
Posição
do paciente: A mesma do grau 3. O paciente também pode ser posicionado com o ombro em ligeira flexão, rotação interna e adução. Cotovelo flexionado a 90 ° e o antebraço em supinação completa com o punho em flexão.
Posição examinador:
Apoiar o antebraço e pedir ao paciente que estenda o punho. A palpação pode ser realizada sobre os tendões proximais ao punho. Observar o ventre muscular para o movimento.
Instruções para Paciente:
"Dobre o punho para trás.
"Ação: Grau 2: O paciente consegue a extenção do punho através de toda a ADM
Grau 1: O terapeuta consegue palpar ou visualizar contração muscular
Grau 0: Não é evidenciada contração muscular
Substituição Muscular mais comum de C-6Alguns pacientes podem tentar "roubar" no teste. Neste caso, a
extensão do punho pode ser imitada pela supinação do antebraço e
uso da gravidade. O examinador precisa certificar-se que o antebraço
esteja estabilizado e na posição adequada
Ombro
em 90 ° de flexão. O cotovelo é
totalmente flexionado com a palma da mão próxima a orelha.Posição
do Examinador:
Apenas apoiando o braço.
Instruções para Paciente:
"Estique seu braço."Ação:
O paciente consegue realizar a extensão completa do cotovelo.
Apenas apoiando o braço.
Instruções para Paciente:
"Estique seu braço."Ação:
O paciente consegue realizar a extensão completa do cotovelo.
GRAUS 4 e 5
Posição
do paciente: A mesma que o grau 3, exceto que o cotovelo está em 45 ° de flexão.Posição do Examinador: Apoiando o braço e aplicando resistência sobre o punho na direção de flexão do cotovelo.Instruções para Paciente:"Mantenha esta posição. Não me deixe dobrar seu cotovelo. "Ação:O paciente resiste à pressão do examinador e tenta para manter a posição do cotovelo em 45 ° de flexão.
GRAU
2
O
ombro está em rotação interna e aduzido, com o cotovelo fletido acima do abdômen. Posição examinador:
Apenas
apoiando o braço do paciente.Instruções
ao Paciente:
"Estique seu braço."Ação:
O paciente consegue mover o antebraço através da ADM completa de extensão do cotovelo.
"Estique seu braço."Ação:
O paciente consegue mover o antebraço através da ADM completa de extensão do cotovelo.
GRAUS
0 e 1

Posição do paciente: A mesma do teste Grau 2, com o cotovelo em 30 ° de flexão.Posição examinador: Apoiando o braço do paciente. A palpação deve ser feita na no ventre muscular e na inserção do tríceps no olécrano.Instruções para Paciente: "Estique seu braço."Ação: O paciente tenta estender completamente o cotovelo.
Substituição Muscular mais Comum de C7
O paciente pode mimetizar a extensão de cotovelo utilizando 3 artifícios: [1] Por meio de rotação externa do ombro; [2] Por meio de uma rápida flexão do cotovelo seguida de relaxamento muscular; e [3] por meio da espasticidade do tríceps. Estas substituições podem ser minimizadas ao manter a posição correta para os testes, oferecer instruções corretas para o paciente e evitando a flexão do cotovelo. A palpação do tríceps deve ser feita para confirmar se o paciente está usando o músculo correto para o teste.
O paciente pode mimetizar a extensão de cotovelo utilizando 3 artifícios: [1] Por meio de rotação externa do ombro; [2] Por meio de uma rápida flexão do cotovelo seguida de relaxamento muscular; e [3] por meio da espasticidade do tríceps. Estas substituições podem ser minimizadas ao manter a posição correta para os testes, oferecer instruções corretas para o paciente e evitando a flexão do cotovelo. A palpação do tríceps deve ser feita para confirmar se o paciente está usando o músculo correto para o teste.
C8
- Flexores dos dedosFlexor Longo e Flexor Profundo dos Dedos
GRAU 3
Posição do paciente:
Cotovelo totalmente estendido e com o antebraço totalmente
supinado.As articulações metacarpofalangeana proximal (MCFP) e
interfalangeana proximal (IP) são estabilizadas em extensão.Posição
do Examinador: Segure a mão do
paciente e estabilize o punho em posição neutra. Garantir que as
articulações IF e MCFP estejam em extensão ao mesmo tempo que se
isola o dedo médio para o teste.Instruções
para Paciente: "Dobre a ponta do
seu dedo médio."Ação:
O paciente flexiona a articulação interfalangeana distal ao longo
da ADM completa de movimento em flexão.GRAUS 4 e 5
Posição do paciente:
O mesmo que o grau 3, com exceção da articulação interfalangeana
distal, a qual deve estar
completamente flexionada.Posição
do Examinador: Estabilizando o punho, e
as articulações MCFP e IF proximal como no grau 3. Aplique pressão
com a ponta do dedo ou do polegar contra a falange distal do dedo
médio do paciente.Instruções para
Paciente: "Segure a ponta do dedo
dobrado nesta posição. Não deixe que se mova. "Ação:
O paciente tenta manter a posição totalmente flexionada da
articulação IF distal, e resiste à pressão aplicada pelo
examinador no sentido da extensão do dedo.
Posição do paciente:Articulações MCFP e IF proximal estabilizadas em extensão.Posição do Examinador: Estabilizar o punho em posição neutra e articulações MCFP e IF proximal em extensão, e palpar os tendões dos flexores dos dedos longos ou observar o ventre muscular para movimento.Instruções para Paciente: "Dobre a ponta do seu dedo médio."Ação: Paciente tenta flexionar a articulação interfalangeana distal através da ADM de movimento.
Substituição Muscular Comum de C8Ao testar graus 1 a 3, o punho deve ser cuidadosamente estabilizado. Movimentos involuntários da falange distal podem ocorrer na presença de extensão do punho ativa. Este movimento de tenodese poderia ser interpretado como contração voluntária dos flexores dos dedos longos.
Embora o teste de graus 4 e 5, as falanges proximais devem ser bem estabilizadas. Isso irá evitar que a contração dos músculos intrinsecos mão ou do flexor superficial dos dedos seja interpretado como movimento de falange distal.
T1 abdutor do dedo
mínimoabdutor do dedo mínimo
GRAU 3
Cotovelo
a 90 ° de flexão, antebraço pronado.Posição
do Examinador:GRAU 3
Apoiando a mão do paciente, tendo o cuidado de assegurar que as articulações MCF estão estabilizadas para evitar a hiperextensão.Instruções para Paciente:
"Mova o seu dedo mínimo para longe do seu dedo anelar ".Ação:
O paciente tenta mover o dedo mínimo através da ADM completa de movimento em abdução.
GRAUS 4 e 5
Posição do paciente:
A mesma do teste para Grau 3, com exceção que o teste já começa com o dedo mínimo em abdução.Posição do Examinador:Apoiando a mão do paciente, tendo o cuidado de assegurar que as articulações MCF estejam estabilizadas para evitar hiperextensão.
Instruções para Paciente:
"Mantenha o dedo mínimo afastado do anelar. Não me deixe empurrá-lo"
Ação:
O examinador empurra a falange distal, e o paciente tenta resistir à força do examinador mantendo o dedo minimo em abdução.GRAUS
0, 1 e 2Ação:
Posição do paciente:
Cotovelo em extensão, antebraço pronado e articulação MCF estabilizada.Posição do Examinador:
Estabilizar o pulso e mão, pressionando levemente para baixo a parte dorsal da mão. Certifique-se que as articulações MCF estão estabilizadas para evitar hiperextensão. Palpar o músculo abdutor do dedo minimo e observar o ventre muscular.
Instruções para Paciente:
"Mova o seu dedo pra longe do seu dedo anelar ".Ação:
O paciente tenta abduzir o dedo mínimo através da ADM completa de movimento.
Substituição Muscular Comum de T1A
extensão do dedo pode imitar o movimento abdução do quinto dedo. A
estabilização adequada irá minimizar esse erro.
...
UFA!
acabou!
até a próxima
Hasta La Vista
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